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Dodge Polara GL

Dodge Polara GL

  • Informações Gerais

    Marca: Dodge
    Modelo: Polara GL
    Ano Fabricação/Ano Modelo: 1979/1980
    Cor: Bege Camurça
    Portas: 2
    Quilometragem: 95.200
    Dimensões - Comp./Largura/Altura (mm): 4125/1587/1376
    Ocupantes: 5

  • Mecânica e Segurança

    Combustível: Gasolina
    Motor: 1.8 - 4 Cilindros
    Potência: 85 CV
    Velocidade Máxima: 158 Km/h
    Câmbio: Manual - 4 Velocidades
    Tração: Traseira
    Aceleração 0-100km/h: 14,6 Segundos
    Freios: Disco Dianteiro e Tambor Traseiro
    Rodas: R13

  • Acessórios/Opcionais

  • Informações Extra

    País de Origem: Brasil

ATENÇÃO! Devido a grande rotatividade em nosso estoque, se faz necessário a consulta diretamente em nossa loja para certificar de que o veículo ainda se encontra sob nossos cuidados. O valor do anúncio deve ser confirmado, pois o mesmo pode ter sido ajustado em nossa loja e ainda não ter sido modificado neste site. Obrigado pela compreensão. Pastore Car Collection.

Observações

Dodge Polara GL 1979/1980 na cor Bege Camurça. Veículo muito íntegro, com manual do proprietário, pintura, lataria, interior e mecânica em muito bom estado. Faróis originais com emblema Cibié/ Chrysler.

Motor Dianteiro longitudinal, 4 cilindros em linha, 1.799 cm³ (1.8L), Carburador horizontal de corpo simples. Potência de 85 cv a 5.000 rpm e Torque de 14,2 kgfm a 3.500 rpm

No começo dos anos 70, os Dodge Dart e Charger davam brilho à estrela da Chrysler. Mas isso só não bastava. A fábrica precisava era de um carro médio, para aumentar o volume de vendas.

A solução foi encontrada na Inglaterra e se chamava Hilmann Avenger. O novo quatro portas já despontava como sucesso e foi trazido para servir de base para o nosso, com significativas e exclusivas modificações. Seria produzido com duas portas, uma preferência nacional. E ganharia um “motorzão” de 1.800 cm³ – na Europa e na Argentina era produzido com motores de 1.250 e 1.500 cm³ – como forma de compensar a baixa taxa de compressão imposta pela nossa gasolina.

Batizado de Dodge 1800, foi apresentado no final de 1972 e estava, pelo menos em teoria, fadado ao sucesso. Afinal, nenhum outro carro da categoria reunia tantas qualidades: motor de sobra, tamanho “maior por dentro que por fora”, soluções inéditas de segurança, porta-malas generoso e um desenho de concepção atual. E não é que deu tudo errado?

Os primeiros Dodginhos eram uma decepção, não apresentavam o desempenho esperado.
Mudanças melhoraram o desempenho no modelo 1974. Naquele ano seria lançado o SE, versão voltada para os jovens. Tinha rodas e cores especiais, além de faixas laterais, grade, molduras de vidros, faróis e lanternas pintadas de preto fosco. Por dentro, volante esportivo e forração em preto-e-branco. Simples e simpático.
Em 1976 muitas mudanças ocorreram no veículo. Foi rebatizado de Polara, o “novo” carro veio para apagar de vez o passado que condenava o Dodginho.
O motor, com 85 cavalos, passou a justificar sua cilindrada e a apresentar uma disposição de dar gosto. Nessa etapa de evolução o motor ganhou finalmente o carburador inglês SU. E passou a trabalhar com taxa de compressão mais alta, maior diâmetro de válvulas de escape e modificações no cabeçote e coletor de gases.
O modelo 1978 ganhou alterações no visual. Os quatro faróis redondos deram lugar aos retangulares e o Polara ganhou novas lanternas.
Em 1979, já com a Chrysler sob o comando da Volkswagen alemã, vieram a sofisticação e o conforto de um câmbio automático de quatro marchas. E no ano seguinte saiu a versão GLS, mais potente (90 cavalos), de estilo mais esportivo e com direito a um completíssimo painel importado, que incluía manômetro de óleo e voltímetro.

Os bons tempos do apogeu do Polara não duraram. A venda pífia de seis a dez Dart por mês não convenceu a matriz a manter a linha de automóveis Chrysler no Brasil. A essa altura, haviam sido produzidos 92.665 Dodginhos.

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