Pastore Car Collection

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Dodge Magnum

Dodge Magnum

  • Informações Gerais

    Marca: Dodge
    Modelo: Magnum
    Ano Fabricação/Ano Modelo: 1980/1980
    Cor: Branco Ártico
    Portas: 2
    Quilometragem: 32.137
    Dimensões - Comp./Largura/Altura (mm): 4960/1810/1390
    Ocupantes: 5

  • Mecânica e Segurança

    Combustível: Gasolina
    Motor: 318pol³ V8
    Potência: 208 cv
    Velocidade Máxima: 164 Km/h
    Câmbio: Automático - 3 velocidades
    Tração: Traseira
    Aceleração 0-100km/h: 11 Segundos
    Freios: Disco Dianteiro e Tambor Traseiro
    Rodas: R14
    Direção Hidráulica: Sim

  • Acessórios/Opcionais

    Ar Condicionado: Sim
    Sistema de Som: Rádio AM/FM + CD Player + MP3
    Bluetooth: Sim

  • Informações Extra

    País de Origem: Brasil

ATENÇÃO! Devido a grande rotatividade em nosso estoque, se faz necessário a consulta diretamente em nossa loja para certificar de que o veículo ainda se encontra sob nossos cuidados. O valor do anúncio deve ser confirmado, pois o mesmo pode ter sido ajustado em nossa loja e ainda não ter sido modificado neste site. Obrigado pela compreensão. Pastore Car Collection.

Observações

Dodge Magnum 1980/1980 na cor Branco Ártico. Veículo em raro estado de conservação, com direção hidráulica, ar condicionado gelando e manual do proprietário!

Em 1978, a Chrysler do Brasil se via diante de um desafio: precisava contornar a crise que assolava a empresa no mundo e, de quebra, renovar o carisma da linha Dart/Charger, prestes a completar uma década aqui.

A solução encontrada foi a mais simples: reestilizar sua antiga linha e apresentar dois novos modelos, expoentes máximos de requinte da marca, o sedã Le Baron e o cupê Magnum, este baseado no Charger.

O Magnum tornou-se a principal arma para conquistar o seleto público que não tinha mais acesso aos importados, proibidos em 1976. Sua dianteira era formada por quatro faróis inseridos em uma grade bipartida de fibra de vidro, como no Charger. Uma pequena mira era adicionada sobre o capô, e os para-choques eram novos.

A traseira tinha o estilo do Dart americano de 1974: quatro lanternas horizontais, ladeando um painel central de alumínio. O visual hardtop era disfarçado por colunas centrais falsas, unidas por uma extensão que dividia o teto de vinil ao meio. Para arrematar, faixas decorativas laterais e calotas raiadas.
No interior, bancos dianteiros individuais reclináveis de veludo com console central, onde estava o câmbio manual de quatro marchas ou automático de três. O resto seguia a linha Charger: relógio no lugar do conta-giros, porta-malas acarpetado, antena elétrica, pintura metálica e toca-fitas.
Sob o capô ficava o velho V8 5.2, agora de radiador redimensionado, com 208 cv na medição SAE. Testado na edição de outubro de 1978, ele foi de 0 a 100 km/h em 11 segundos e atingiu 164 km/h. Bons números, mas não convinha abusar do acelerador: a suspensão priorizava o conforto, causando balanços excessivos e grande sobresterço.

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